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Déficit no setor de autopeças soma US$ 2,41 bi

A queda de 17,5% na produção automotiva no acumulado do ano não foi suficiente para evitar o déficit de US$ 2,41 na balança comercial de autopeças na soma dos meses de janeiro a abril. No entanto, esse total é 30,4% menor que o registrado em igual período de 2014. Os números foram divulgados pelo Sindipeças, entidade que representa os fabricantes da indústria de componentes.
– Veja aqui o estudo do Sindipeças
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Redação AB

15 mai 2015

2 minutos de leitura

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As importações recuaram 21,2%, chegando a US$ 4,9 bilhões. Os Estados Unidos lideram as vendas ao Brasil, com US$ 603,6 milhões e queda de 14,6% ante o período janeiro a abril de 2014. A China é a segunda da lista, com US$ 540 milhões em embarques ao Brasil no acumulado e queda bem menor, de 3,5%.

As compras da Alemanha e da Coreia do Sul, terceiro e quinto maiores fornecedores ao Brasil, recuaram respectivamente em 32,6% e 29,5%. A retração nas aquisições de França e Suécia supera os 40% na comparação com os primeiros quatro meses do ano passado.

As compras por macrorregião mostram Ásia e Oceania com 39,4% de participação, 5 pontos porcentuais à frente da Europa. No consolidado de 2014 essa vantagem foi de apenas 1,1 pp.

As exportações de janeiro a abril somaram US$ 2,5 bilhões, levando a uma retração de 9,7%. As vendas para a Argentina, principal cliente, atingiram US$ 866,3 milhões, 13,4% abaixo do primeiro quadrimestre de 2014. O embarque de US$ 399,7 milhões em autopeças para os Estados Unidos, segundo maior comprador, resultou em pequena queda de 0,7%.

O fornecimento à Alemanha de US$ 158,7 milhões em componentes foi 23,7% menor que nos mesmos meses de 2014. O país é o quarto maior destino das autopeças brasileiras.