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Demanda por crédito avança 6,9% em fevereiro

A quantidade de pessoas que procuraram por crédito em fevereiro avançou 6,9% em relação ao mesmo mês do ano passado, aponta a empresa de consultoria Serasa Experian. Essa foi a quinta alta seguida seguindo o critério de comparação anual. Na comparação com janeiro último, a procura por crédito recuou 13% motivada pela redução do número de dias úteis (quatro a menos por causa do carnaval e do mês mais curto).
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Redação AB

11 mar 2013

2 minutos de leitura

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A demanda do consumidor por crédito havia registrado queda em dez dos 11 meses entre novembro de 2011 e setembro de 2012 – na comparação interanual. O processo de reativação da demanda teve relação com a atual tendência de diminuição dos níveis de inadimplência e com as taxas de juros mais baixas, além do bom momento vivido pelo mercado de trabalho.

REGIÕES

Na análise por regiões do País, Norte (+ 13,2%) e Nordeste (+ 11%) puxaram a alta do mês de fevereiro. Com esse resultado, essas regiões acumularam as maiores variações positivas durante o primeiro bimestre de 2013, com elevações de 19,3% no Norte e 15,3% no Nordeste.

No Sul o avanço chegou a 7% e no Sudeste o crescimento foi de 5,7% em fevereiro. A menor elevação ocorreu na região Centro-Oeste com alta de 2,2%, acumulando 4,7% no primeiro bimestre de 2013.

RENDA

Todas as faixas de rendimento registraram crescimento nas demandas por crédito em fevereiro, mas os maiores avanços concentraram-se entre as menores rendas. Na comparação entre fevereiro deste ano e o mesmo mês de 2012, houve alta de 12,5% para os consumidores que ganham até R$ 500 por mês, 8,9% para os que recebem entre R$ 500 e R$ 1 mil mensais e avanço de 5,3% para aqueles cujo rendimento mensal está entre R$ 1 mil e R$ 2 mil.

Os consumidores com renda mais elevadas tiveram crescimentos menos expressivos. Os que ganham entre R$ 2 mil e R$ 5 mil apresentaram alta de 2,9%, quem recebe entre R$ 5 mil e R$ 10 mil registrou elevação de 1,7%. Já os consumidores com renda acima de R$ 10 mil tiveram crescimento de 2,8% na procura por crédito.