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Depois de Doha, acordos de integração automotiva
A Anfavea acompanhou de perto as conversações recentes da Rodada Doha, nas quais países desenvolvidos e em desenvolvimento colocaram em questão as barreiras ao comércio internacional. “Foi um fracasso” – admitiu Jackson Schneider, presidente da Anfavea. Para o setor automotivo restou o alívio de não servir como moeda de troca para o país ganhar vantagens na área agrícola. Se as negociações tivessem seguido adiante, provavelmente teria sido necessário ceder nas alíquotas de importação de veículos e componentes para poder exportar commodities agrícolas. Virada a página, a Anfavea dedica-se a promover acordos de integração automotiva. A entidade volta-se aos parceiros do Mercosul, Chile e México e busca negociações com Nigéria, Egito e países do Golfo. “Estamos empenhados em definir nossos outros alvos” – afirma Schneider. A África do Sul deixou de ser prioridade. “Não deu certo, não há entendimento em funções de interesses e produtos diferentes” – lamenta.
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07 ago 2008
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