Para o economista, uma mudança nesse quadro depende da retomada do investimento, pois os estímulos ao consumo têm mostrado menos eficácia, por conta da inadimplência, do endividamento e da perda de fôlego do emprego.
Castelo Branco também avalia que o setor externo terá pouca contribuição para a recuperação e que o câmbio vai apenas atenuar os efeitos da queda na demanda externa e aliviar a competição no mercado interno com os importados.
“O que pode virar esse quadro é uma mudança de expectativa com retorno do investimento. Isso pode acontecer se os estoques se normalizarem e quando as condições se tornarem mais atrativas, com redução do custo do investimento”, afirmou.