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Detentores do nome Lambretta saem à caça de clones

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cria

03 ago 2011

2 minutos de leitura

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Mário Curcio, AB

Dublin, Irlanda ¬- ¬O consórcio internacional Lambretta, ícone das motonetas (foto) com sede em Milão, iniciou uma operação para evitar que modelos não licenciados LN125 e LS125 entrem no mercado usando indevidamente o nome Lambretta.

Numa operação internacional conjunta que envolve a equipe legal da Lambretta, aduana e autoridades policiais, o consórcio está tomando medidas internacionais para proteger seus direitos de marca.

A operação é conduzida contra duas antigas licenciadas: Clag International, da Irlanda, e Motom Electronics Group Spa, da Itália. Segundo a Lambretta, medidas estariam sendo adotadas contra duas fabricantes taiwanesas, que montam os modelos LN125 e LS125.

A Lambretta também tenta impedir a expansão da rede de importadores e distribuidores desses produtos na Europa, Ásia, Oceania e América. Até mesmo distribuidores de confiança estão envolvidos por não ter consciência do caráter ilegal da venda das motonetas.

Conhecida dos brasileiros

A marca Lambretta ganhou uma linha de montagem no Brasil em 1955, no bairro da Lapa, em São Paulo. O auge de sua produção ocorreu entre 1958 e 1960, ultrapassando 50 mil unidades por ano. Assim como a palavra gilete já virou um sinônimo legítimo para lâmina de barbear, o verbete lambreta, com um “t” apenas, também foi imortalizado nos dicionários para designar as simpáticas motonetas.

Com informações da Lambretta