
Segundo a empresa, que tem sede em Porto Alegre, o E3D deve estar no mercado brasileiro em pelo menos uma plataforma até 2010. O dispositivo de direção elétrica responde de forma adaptativa à velocidade do veículo.
O diretor superintendente da DHB, José Roberto da Silveira, assegura que a tecnologia está totalmente desenvolvida e passa por testes de homologação em montadoras locais.
O gerente de engenharia avançada Leonardo Lessa, responsável pelo desenvolvimento do projeto, explica que o sistema é econômico e facilita o trabalho do motorista em manobras: “Na prática, o motorista terá a mesma comodidade oferecida pelo sistema hidráulico ao estacionar”.
Lessa afirma que o E3D pode proporcionar ainda uma relativa economia de combustível. “Testes comparativos em veículos equipados com motor 1.6 L indicaram economia de 7%, com álcool hidratado, em comparação a um equivalente com direção hidráulica convencional.
Por ser equipado com quantidade menor de componentes do que a direção hidráulica, a montagem torna-se mais simples e rápida.
A DHB, empresa de capital 100% nacional, está entre as principais fabricantes de sistemas de direção da América Latina. Desde 1967 fornece produtos para montadoras no Brasil e no exterior. Está presente em mais de 20 países.