
A DHL segue a trilha de forma a mitigar impactos e garantir um futuro mais sustentável ao lado da Fórmula E. A gigante da seara logística segue como parceira da categoria de monopostos puramente elétricos a fim de garantir preceitos básicos tanto da própria companhia quanto da modalidade.
“Sustentabilidade é um ponto importantíssimo para nós e, também, para a Fórmula E. Somos pioneiros no tema, mesmo antes do tópico entrar em voga. Por isso, temos de ser um exemplo e fazer com que este campeonato seja o mais sustentável”, afirmou Manuela Gianni, head of motorsports da DHL.
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Vale destacar que a Fórmula E realizará sua segunda corrida no Brasil, em São Paulo, no Anhembi, este ano. O evento está marcado para os dias 15 e 16 de março.
A DHL, importante ressaltar, está com a categoria desde antes de seu “nascimento”. A companhia de logística começou a planejar com um ano de antecedência como atenderia uma modalidade que apregoa, além da velocidade e da disputa nas pistas, tópicos fundamentais para a sustentabilidade.
“Nos planejamos a fim de entregar para a Fórmula E o mesmo que a categoria apregoava. Além disso, é importante para nós mostrar para o público nossas soluções, bem como acompanhar as evoluções tecnológicas da categoria. Sempre foi um objetivo da DHL, mas, claro, estar com uma modalidade tão focada na sustentabilidade faz com que o awareness, com que nossa mensagem seja vista por muito mais pessoas”, enfatizou Gianni.
Pegada de carbono: Transporte aéreo ainda é preocupação
Embora, em terra, foque em veículos que geram menos emissões, a DHL ainda tem de enfrentar um dos grandes vilões das emissões de carbono: o transporte aéreo. Vale dizer que a empresa transporta, além dos monopostos, demais itens cruciais para a realização das etapas da Fórmula E usualmente por meio de um Boeing 747.
“Sabemos que o transporte aéreo é um desafio. No entanto, todos os nossos compartimentos de armazenamento são otimizados de forma a reduzir e a melhorar a distribuição de peso. Dessa forma, conseguimos otimizar o consumo de combustível”, salienta a executiva da DHL. De fato, as caixas de transporte são compactas e a reportagem foi capaz de notar o cuidado que a companhia tem, especialmente a fim de mitigar questões que podem ser prejudiciais aos seus planos, e aos da Fórmula E, de redução de emissões.
Importante comentar ainda que a DHL, em parceria com a Fórmula E, vem trabalhando para que as aeronaves tenham combustíveis mais amigáveis ao meio ambiente. A companhia também pretende compactar ainda mais no futuro o transporte de itens, de forma a transportá-los em aeronaves de menor porte. Tal iniciativa, por conseguinte, reduzirá a pegada de carbono.
“Ter uma empresa tão alinhada com nossos princípios é importantíssimo. Contamos com a DHL para que possamos reduzir ainda mais as emissões e cumprirmos com a promessa de termos uma categoria zero emissão. É um desafio muito grande, mas, com a ajuda de um player de estirpe, é muito mais fácil de atingirmos tal objetivo”, salientou Georgina Gutiérrez, executiva da Fórmula E.
