A defesa da Bosch aponta que as acusações são infundadas. O processo corre em sigilo, mas há sinalização de que uma série de documentos e comunicações provam a participação da fabricante de componentes na trapaça, que começou nos anos 1990 (leia aqui).
A empresa fornece unidades de controle de motor para as principais montadoras. Desde que o escândalo do Grupo Volkswagen eclodiu, a companhia confirmou que entregava tecnologia para os propulsores adulterados, mas sempre negou qualquer envolvimento no escândalo. A acusação, no entanto, aponta que é improvável a Bosch ter desenvolvido e testado soluções para a Volkswagen sem ter conhecimento da fraude.