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Dificuldade de elevar produção de autopeças

Letícia Costa, vice-presidente da Booz & Company, antecipou alguns resultados da pesquisa de gargalos promovida recentemente pelo Sindipeças, que será levada ao conhecimento do setor em reunião promovida na sede da entidade, com a participação de convidados de diversos segmentos relacionados ao supply chain. Em seminário AutoData realizado no hotel WTC ontem, 9, ela demonstrou que ao longo da cadeia de produção de componentes automotivos grande parte dos associados da entidade admitiu dificuldades para elevar a produção. Nos setores críticos, com capacidade ociosa inferior a 20% e trabalhando 24 horas, sete dias por semana, estão vidros (5% de ociosidade), acabamentos (9%), eletrônicos (9%), componentes elétricos (13%), borrachas (14%), fundidos (14%), metalúrgicos (15%) e plásticos (16%). As estamparias estão ao nível de 21% e as forjarias de 23%. O estresse cresceu, provocando custos crescentes da não-qualidade, passando de 1,6% sobre o faturamento (na média ponderada) em 2004 para 1,9% em 2007. “Sobre um faturamento total previsto para o setor este ano da ordem de US$ 44 bilhões, os desperdícios, refações e outros problemas de não-qualidade representam US$ 840 milhões” – lembra Flávio Del Soldato, conselheiro do Sindipeças.
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cria

10 jun 2008

1 minutos de leitura