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Dilma aprova novo IPI para veículos importados

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Redação AB

29 set 2011

3 minutos de leitura

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Agência Estado

A presidente Dilma Rousseff disse nesta quinta-feira, 29, que a medida anunciada pelo governo recentemente que elevou o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre automóveis importados é a favor do emprego no País. Em entrevista ao vivo ao programa Hoje em Dia, da TV Record, a presidente foi questionada sobre a medida e disse que “o mercado interno não será objeto de pirataria” por nenhum outro país nem ninguém. “Todas as empresas que estão se queixando não produziam aqui”, completou.

“Se aceitarmos que, na produção de veículos, alguém venha aqui, abra uma loja, produza o produto no seu país, crie empregos lá e venha vender aqui, estamos cedendo aqui uma coisa que conquistamos com o maior esforço, que é o mercado interno”, disse.

“Queremos que qualquer empresa estrangeira, para não pagar imposto maior, tenha de produzir aqui, gerar empregos aqui”, afirmou, reforçando que a medida é a favor do emprego.

Dilma disse que o Brasil não é um país de quarta ou terceira categoria. “Gostamos de respeito e damos o respeito. Agora, o que queremos: queremos que invistam aqui sim, serão bem-vindos, protegidos e amados. Mas venham e produzam aqui, gerem tecnologia aqui. Não seremos mais objeto desse uso”, afirmou.

Após ouvir a declaração da presidente da República, José Luiz Gandini, presidente da Abeiva (entidade que que reúne importadores de veículos), declarou: “Podemos nos posicionar dessa maneira em relação aos importadores independentes ou despachantes, que trazem carros do Exterior de maneira aleatória, até mesmo em nome de pessoas físicas sem o recolhimento dos impostos comerciais e sem serviços de pós-venda, garantia ou reposição de peças originais. Mas não é o nosso caso”, dispara.

Gandini usa como defesa o fato de que a Abeiva é constituída por empresas brasileiras, com rede autorizada de mil concessionárias, que geram 40 mil empregos diretos a brasileiros. “Este ano, apesar de termos participação de apenas 5,8% do mercado interno, vamos recolher aos cofres públicos R$ 5,6 bilhões em impostos”, argumenta.