
Julie Hamp foi nomeada diretora em abril como parte de um esforço da Toyota para quebrar o tabu de escolher apenas executivos do sexo masculino e japoneses ou descendentes. Ela é a mulher com o cargo mais alto dentro da companhia. A executiva mudou-se para Tóquio recentemente e estava hospedada em um hotel. A oxicodona é uma substância viciante e só pode ser usada com prescrição médica tanto nos Estados Unidos como no Japão, onde precisaria da aprovação do ministério da saúde para ter entrado.
A prisão de Julie causou grande desconforto na Toyota, que se esforça para controlar o desgaste à imagem da empresa que pode ser provocado pela situação. A montadora chegou a cancelar o evento de lançamento de uma nova linha de motores diesel para evitar o assunto. Em comunicado oficial o presidente da companhia, Akio Toyoda, desculpou-se pelo incidente e afirmou acreditar que Julie não tinha a intenção de contrariar as leis japonesas.
Pela quantidade de pílulas ela pode enfrentar anos de prisão, seguidos de deportação.