
Há apenas dois grupos norte-americanos do segmento em atuação no Brasil:
o Penske, de Michigan, em parceria com o grupo André Ribeiro; e o McLarty, associado ao grupo Caltabiano.
“Mais que China e Índia, o Brasil é uma das melhores apostas para o futuro”, disse Tonkin. Sobre a China, ele explicou que o mercado local demanda um jeito particular de negociar a venda de carros, além dos entraves governamentais para a entrada de grupos estrangeiros.
Um fator que torna o Brasil atrativo é a rentabilidade das suas concessionárias – média de US$ 900 mil por ano diante de US$ 396 mil de uma americana.
Fontes: Portal da Fenabre e Brasil Econômico.