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Dos consumidores, 13% não comprariam carro sem conectividade

A conectividade é urgência da indústria, não uma tendência para o futuro. Ao menor é isso o que demonstra o estudo Connected Car: Automotive Value Chain Unbound, da McKinsey and Company e usado pela Nissan para traçar a estratégia para o infoentretenimento de seus modelos. O levantamento aponta que 28% dos consumidores de carros novos priorizam a conectividade para tomar uma decisão de compra, superando fatores como eficiência energética, por exemplo.
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Redação AB

01 jun 2016

1 minutos de leitura

A pesquisa mostrou ainda que 13% dos clientes deixariam de comprar um carro que não fosse conectado. O levantamento indica ainda que 20% trocariam de marca caso outra montadora oferecesse modelos com melhor conectividade, porcentual que cresce para 41% no caso de motoristas que gastam mais do que 20 horas por semana a bordo de seus automóveis.

A Nissan aponta que o estudo levou a empresa a fazer uma série de investimentos para garantir automóveis que possam ser pareados com smartphones. A tarefa é um desafio. “Os carros novos têm ciclo de vida de seis anos antes de ganharem nova versão, mas um celular chega a ficar menos de dois anos no mercado”, indica Patrick Keenan, engenheiro da companhia envolvido no desenvolvimento de carros conectados.