A pesquisa mostrou ainda que 13% dos clientes deixariam de comprar um carro que não fosse conectado. O levantamento indica ainda que 20% trocariam de marca caso outra montadora oferecesse modelos com melhor conectividade, porcentual que cresce para 41% no caso de motoristas que gastam mais do que 20 horas por semana a bordo de seus automóveis.
A Nissan aponta que o estudo levou a empresa a fazer uma série de investimentos para garantir automóveis que possam ser pareados com smartphones. A tarefa é um desafio. “Os carros novos têm ciclo de vida de seis anos antes de ganharem nova versão, mas um celular chega a ficar menos de dois anos no mercado”, indica Patrick Keenan, engenheiro da companhia envolvido no desenvolvimento de carros conectados.