
Eduardo Effa, presidente da montadora, afirma que a redução no preço foi conseqüência do maior volume de importação. “Em 2009, vendemos 350 veículos e, em 2010, nossa expectativa é comercializar cerca de 1.200. O crescimento permitiu negociar um preço menor com a Changhe, fabricante do automóvel”, explica.
O modelo mantém o motor 1.0 e os mesmo equipamentos de série, que incluem ar-condicionado, vidros elétricos nos bancos dianteiros, faróis de milha e de neblina, pára-choques e espelhos na cor do veículo e travamento central das portas.
No Brasil desde 2008, a marca chinesa planeja um avanço no mercado nacional este ano.
Atualmente com 42 revendas, a Effa deve inaugurar 18 lojas ainda no primeiro trimestre e chegar a 90 concessionárias até dezembro.
