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Eike Batista falhou com a JPX

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paulo

16 set 2010

2 minutos de leitura

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Paulo Ricardo Braga, AB

O bilionário Eike Batista anunciou esta semana que pretende criar uma fabrica brasileira para veículos elétricos, utilizando tecnologia europeia e japonesa. Não é a primeira incursão do empresário na produção de automóveis, que começou com a empresa JPX e o jipe Montez 4×4, produzido em Minas Gerais de 1994 a 2001, para concorrer com o Toyota Bandeirante.

O projeto foi inspirado no Auverland A3, utilizado pelo Exército Francês, com pagamento de licença, e tinha o objetivo de atender o conglomerado industrial do grupo. A montadora utilizava componentes de outros veículos brasileiros, mas o motor Peugeot XUD-9A, a caixa de câmbio BA-7/5, a caixa de transferência Auverland A-80 e os diferenciais Carraro eram importados, segundo dados da Wikipédia.

O jipe, com suspensão de molas helicoidais, foi adotado pelo Exército Brasileiro e chegou também ao segmento off road. Em 1995 foi introduzida também uma versão picape, com carroceria de madeira ou de aço.

O volume de vendas da JPX no mercado interno não atingiu os níveis desejados e as tentativas de exportação não tiveram sucesso. Além disso, o veículo enfrentou problemas no sistema de arrefecimento do motor e foram registradas dificuldades na assistência técnica.

Segundo ainda a Wikipédia, a fábrica da JPX do Brasil foi definitivamente fechada em 2002 após um longo período de inatividade. Eike Batista teria perdido o interesse pelo empreendimento em face dos rombos financeiros que se acumulavam. Estima-se que o prejuízo absorvido pelo empresário tenha superado US$ 40 milhões.