
“Quase todas as ocorrências que interrompem a rede são por trechos de no máximo três quilômetros: além de evitar a interrupção do sistema, os trólebus com autonomia evitam a eletrificação das garagens já que podem se locomover sem rede”, diz Iêda Maria Oliveira, gerente comercial da Eletra.
Os chassis têm três eixos e capacidade total para 101 passageiros sentados e em pé. Contam com piso baixo e rampa para acesso de pessoas com mobilidade reduzida, além da iluminação com lâmpadas de LED. O contrato inclui ainda a produção de mais dez sistemas de tração para trólebus de 12,5 metros com chassi MAN Volksbus e carroceria Caio/Induscar. Neste caso, os veículos não têm sistema autônomo e tem capacidade para até 96 passageiros.
Com este novo lote, que deve ser entregue até setembro deste ano, a Eletra soma 215 trólebus produzidos para o sistema na grande São Paulo entregues desde janeiro do ano passado, dos quais 20 unidades foram para a Metra, que administra o corredor ABD (leia aqui) e os demais 128 trólebus entregues à Viação Himalaia, que atua na Zona Leste da capital (leia aqui).