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Eletrificação do transporte em debate nos EUA
Bill Reinert, um dos principais executivo da Toyota na área de tecnologia, disse a Automotive News que é urgente moderar as expectativas sobre o que os veículos plug-ins podem de fato alcançar. Ele advertiu que prazeres em dirigir, como rápidas aceleradas, podem reduzir a autonomia desses veículos e até limitar sua oferta. Ele esclarece que um veículo híbrido plug-in precisa ter um pacote de baterias mais robusto do que um híbrido tradicional gasolina-elétrico. Na teoria, com a possibilidade de recarga em tomadas elétricas, o veículo pode operar mais tempo com eletricidade do que outros híbridos. Calcula-se que uma autonomia de 40 milhas (pouco mais de 60 km) satisfaria a maior parte dos usuários e contribuiria bastante para aliviar o consumo de petróleo. A GM pretende colocar o plug-in híbrido Volt no mercado em 2010. A Toyota caminha na mesma direção, enquanto se questiona qual o papel que o governo norte-americano deve assumir diante da nova tecnologia. Mark Fields, presidente da Ford para a América, disse que investimentos governamentais significativos serão necessários para estimular a produção de baterias avançadas. É preciso também decidir como as pessoas vão pagar pela recarga, se ela for feita fora de casa, e definir a infra-estrutura de recarga. O setor automotivo norte-americano está ansioso para saber como evoluirá a legislação e o real papel do governo na ‘eletrificação’ do transporte.
cria
17 jun 2008
1 minutos de leitura
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