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Em 1 ano, número de mulheres que trabalham na Nissan Brasil subiu 9%

Presidente da organização para a região diz que elevar a diversidade é um compromisso social, mas também gera impacto positivo nos negócios
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Giovanna Riato

19 jun 2024

2 minutos de leitura

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A Nissan acelerou a contratação de mulheres no último ano e aumentou o quadro de colaboradoras em 9%, para 648 profissionais. “Entendemos o nosso papel na cadeia de valor e queremos evoluir e seguir construindo uma sociedade mais justa”, diz Gonzalo Ibarzábal, presidente da companhia para o Brasil em evento que reuniu a imprensa feminina e influenciadoras na terça-feira, 18.

Com isso, a presença das mulheres no quadro de 2,8 mil de colaboradores da montadora na região aumentou de 20% para 23,6% em apenas um ano. “Claro que esse movimento também é benéfico para os negócios. Mais diversidade traz melhores ideias e consumidores para os nossos produtos”, aponta o executivo.


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O número da Nissan é sutilmente superior ao do resto da indústria, conforme aponta a pesquisa Diversidade do Setor Automotivo, promovida por Automotive Business. Segundo o estudo, o setor conta com 21% de participação feminina (baixe aqui o relatório completo).

Políticas afirmartivas para trazer mais mulheres para a Nissan

A empresa realiza ciclo de R$ 2,8 bilhões em investimentos no Brasil até 2025. O objetivo é produzir dois novos SUVs na fábrica de Resende (RJ). Um deles é a nova geração do Kicks. Ibarzábal aponta que a Nissan aproveita esse período de expansão das contratações da fábrica para trazer mais mulheres para o quadro. 

Desenvolver processos de contratação com foco em trazer mais talentos femininos é uma das políticas afirmativas da organização para tornar o quadro de colaboradores mais igualitário. Outras ações nessa frente são o desenvolvimento de um plano de sucessão com foco em mulheres e o programa de mentoria voltada às funcionárias.

Com isso, 65 mulheres foram promovidas no último ano e 20% da liderança da companhia é feminina no Brasil. Ibarzábal também reforçou o compromisso de trazer talentos femininos em início de carreira, nas portas que estão sempre abertas dentro da organização, como o programa de estágio, que teve 52% de mulheres no último ano e o de jovens aprendiz, que também ficou perto do equilíbrio com 49% dos talentos femininos.