
Este ano, em menos de dois meses ocorreram quatro chamamentos envolvendo 394 mil automóveis, mais do que o registrado em 2007, quando 256,3 mil carros tiveram recall. Os dois mais importantes ocorreram este mês, envolvendo 193,2 mil Gol e Voyage, da Volkswagen, e 186,9 mil Honda Fit.
“O recall tem um lado negativo, que é o reconhecimento de um erro, e o positivo, que é a decisão de corrigi-lo”, disse à jornalista José Roberto Ferro, presidente do Lean Institute, divulgador do sistema de “produção enxuta”, típico da Toyota. Para ele, a Toyota errou ao estabelecer estratégia de crescimento rápido e de “perseguir um objetivo não relevante dentro de sua filosofia, o de ser a maior do mundo”.