
José Luiz Gandini já havia dito aos jornalistas que, mesmo recolhendo 35% na importação, está em posição privilegiada no segmento de sedans médios com o Cerato, lançamento recente.
“E se não houvesse imposto de importação?” – perguntou o jornalista ao representante da marca Kia no país. A resposta foi óbvia: o veículo seria ainda mais competitivo, mesmo depois das despesas logísticas.
“Eu não consigo entender a planilha deles”, disse o presidente da Ford, Marcos de Oliveira, quando questionado sobre o assunto. Já Francisco Stefanelli, diretor de vendas da GM, afirmou que será preciso melhorar a produtividade e reorganizar nossa carga tributária para concorrer com os asiáticos.
Alta produtividade, baixa carga tributária e escala são fatores visíveis da competitividade coreana – avalia Vagner de Oliveira.