
“Estamos aguardando os próximos desdobramentos em relação às licenças. Gostaríamos muito de ficar no país, mas dessa forma fica inviável dar andamento aos contratos”, disse hoje o executivo, acrescentando que a empresa tem contratos assinados aos quais não consegue dar andamento por falta das licenças.
Com licença de importação, a companhia tem garantidos sete modelos Embraer 145 e mais 20 modelos do Embraer 190. “Nossa percepção é de que está havendo demora nas liberações de novas licenças. O processo está evoluindo muito lentamente”, afirmou, durante reunião com analistas para comentar o resultado da empresa na Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais em São Paulo.
Fonte: Fabiana Holtz, Agência Estado.