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Redação AB
As vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus desaceleraram 2,6% nos primeiros 15 dias de outubro sobre o mesmo período de 2010, para 200.546 unidades. O volume ficou estável na comparação com a primeira metade de setembro, com leve retração de 0,1%. Os dados são do Renavam e foram divulgados pela Fenabrave, federação dos distribuidores de veículos. A entidade prevê que este mês termine com 346,3 mil emplacamentos, o que representaria um avanço próximo de 11% sobre as 311,6 mil unidades comercializadas no mês anterior.
A média diária da quinzena apresentou crescimento na comparação com a registrada em setembro e ficou em torno de 16,7 mil veículos, alta de 12%. Influenciado pelas medidas macroprudenciais adotadas pelo governo, o ritmo de expansão das vendas converge para a previsão da Fenabrave para o mercado este ano, que deve avançar 6,2% sobre 2010, com 3,7 milhões de veículos.
Veículos leves
As vendas de automóveis e comerciais leves sofreram leve retração de 0,1% sobre os primeiros 15 dias de setembro, para 142,3 mil emplacamentos. A redução foi mais expressiva se a base de comparação for o mesmo período do ano passado, de 1,4%. O segmento de automóveis puxou a queda, com desaceleração de 0,5% no reajuste mensal e de 1,4% no anual. Já a venda de comerciais leves cresceu 1,3% sobre a primeira metade de setembro e 12,8% na comparação com o mesmo período de 2010.
Caminhões
Com 7,9 mil emplacamentos na primeira metade de outubro, a venda de caminhões registrou alta de 4,8% sobre os primeiros 15 dias do mês passado e de 18,4% na comparação com um ano atrás.
Ônibus
O mercado de ônibus evoluiu 3,7% na primeira metade de outubro na base mensal e 52,3% na base anual. Foram comercializadas 1,7 mil unidades no período.
Motos
Os emplacamentos de motos caíram 10,1% sobre a primeira quinzena de setembro. Na comparação com a primeira metade de outubro do ano passado o resultado foi positivo em 4,3%, com 82,3 mil unidades.
Implementos Rodoviários
O segmento de implementos rodoviários colocou o pé no freio e sofreu retração de 10% na quinzena no reajuste mensal, com 2,4 mil unidades. A desaceleração foi mais branda na base anual, de 2,1%.