Na comparação com maio do ano passado, houve elevação de 1,4%. O comportamento que mais influenciou essa recuperação foi a percepção dos empresários quanto ao momento presente. O Índice da Situação Atual (ISA) teve alta de 2,1% com 105,7 pontos.
Esse resultado reflete a avaliação do setor sobre o consumo interno. O nível de demanda cresceu 2,8% com 103,1 pontos, embora tenha sido quase estável a proporção dos que consideram como forte as chances de se obter mais compradores (de 13,5% para 13,3%). Em compensação, diminuiu o percentual daqueles que classificam como fraco o potencial do mercado (de 13,2% para 10,2%).
Já o Índice de Expectativas (IE) caiu 0,7% com 104,2 pontos, atingindo a menor marca desde novembro do ano passado. Para 38,3% do entrevistados a produção deve ser ampliada nos próximos três meses, universo menor do que na enquete anterior quando 39,4% pensavam dessa forma. A parcela dos que projetam queda na produção aumentou de 10,1% para 11,4%.
O nível de atividade da capacidade instalada (NUCI) apresentou variação positiva de 0,4 ponto percentual com 84,6%, na maior marca desde janeiro de 2011 (84,7%).