
A EVS Work é uma versão mais simples e menos potente da moto EVS – o motor e a bateria são os mesmos, mas há menos acessórios e a velocidade máxima é de 85 km/h. Custa R$ 9.999, o que é quase metade do preço da EVS normal, e os entregadores que quiserem fazer a compra ainda têm benefícios como juros reduzidos. Além disso, por R$ 129, o entregador pode assinar o plano de troca de baterias da Voltz, interessante para quem roda até 2 mil km por mês.
As estações de troca de bateria estão sendo instaladas pela Voltz nos postos da rede Ipiranga – por enquanto, apenas nas unidades da capital paulista. “Inicialmente, focaremos somente em São Paulo, mas sabemos do potencial do projeto em outras capitais, e seguimos estudando a possibilidade de expansão para outras localidades”, afirmou Fernando Martins, head de logística do iFood, ao jornal O Estado de S. Paulo.
Moto elétrica promete redução de custo
A cidade deve ganhar 100 estações de troca até abril. A Voltz, que iniciou o projeto piloto de estações de recarga em outubro do ano passado (imitando o modelo bem-sucedido da Gogoro), afirma que fez testes com entregadores ao longo de seis meses para mapear as áreas com maior demanda de entregas e, assim, saber em quais postos instalar as estações.
Tanto a moto EVS Work como o plano de R$ 129 são exclusivos para os entregadores do app. Segundo cálculos do iFood, um entregador que percorre 2 mil quilômetros por mês gasta em torno de R$ 380 de gasolina (quando o litro estava a R$ 6,55). Com a moto elétrica, esse custo cairia para um valor fixo de R$ 129, gerando uma economia de mais de 60% somente em combustível.
O app da Voltz permite observar a situação das motos, sabendo a carga da bateria e a localização das estações. Também é possível monitorar a localização do veículo e, em caso de roubo, fazer o bloqueio das rodas.