
Em setembro, o Grupo Volkswagen admitiu ter instalado softwares em parte de seus motores a diesel capazes de falsear os resultados de emissões de poluentes em testes de laboratório. O Grupo VW sempre informou que a responsabilidade era limitada a um pequeno grupo de pessoas e que algumas já foram demitidas.
Entre elas, de acordo com a imprensa alemã, estaria o diretor de tecnologia da Audi e da Porsche. A Volkswagen não confirma a identidade dos suspeitos nem comenta a notícia da Der Spiegel.
Winfried Vahland, presidente da Skoda que no próximo mês assumiria a direção da recém-criada divisão VW América do Norte, englobando Canadá, Estados Unidos (onde o escândalo estourou) e México, pediu demissão do grupo na quarta-feira, 14, menos de três semanas após a indicação e antes de assumir o novo cargo. Vahland alegou não concordar com a estratégia adotada pela empresa para lidar com a fraude nas emissões.