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Escândalo na VW tem pelo menos 30 envolvidos

A investigação da Volkswagen sobre a manipulação das emissões poluentes dos motores a diesel terá a implicação de pelo menos 30 pessoas do grupo, de acordo com informação divulgada na quarta-feira, 14, pela revista alemã Der Spiegel. Os resultados preliminares do inquérito conduzido pela empresa e seus advogados nos Estados Unidos sugerem que a fraude “não foi ato de um pequeno grupo de gestores”, mas de dezenas de pessoas da empresa.
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Redação AB

14 out 2015

1 minutos de leitura

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Em setembro, o Grupo Volkswagen admitiu ter instalado softwares em parte de seus motores a diesel capazes de falsear os resultados de emissões de poluentes em testes de laboratório. O Grupo VW sempre informou que a responsabilidade era limitada a um pequeno grupo de pessoas e que algumas já foram demitidas.

Entre elas, de acordo com a imprensa alemã, estaria o diretor de tecnologia da Audi e da Porsche. A Volkswagen não confirma a identidade dos suspeitos nem comenta a notícia da Der Spiegel.

Winfried Vahland, presidente da Skoda que no próximo mês assumiria a direção da recém-criada divisão VW América do Norte, englobando Canadá, Estados Unidos (onde o escândalo estourou) e México, pediu demissão do grupo na quarta-feira, 14, menos de três semanas após a indicação e antes de assumir o novo cargo. Vahland alegou não concordar com a estratégia adotada pela empresa para lidar com a fraude nas emissões.