
“Deveremos formar aqui um grande consórcio e incorporar a ele as empresas do setor de construção do Brasil. Vamos tratar de fazer a melhor oferta para poder finalmente construir o trem de alta velocidade”, disse Blanco ao sair de reunião com o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos.
O interesse em formar parcerias com grandes construtoras brasileiras, como a Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e Odebrech, também já foi manifestado por outros consórcios estrangeiros. Entre os grupos internacionais que detém a tecnologia para construção do TAV e se movimentam para entrar na disputa estão empresas e governos da China, Japão, Coreia do Sul, Alemanha, França entre outros países.
Atualmente, o edital de licitação é analisado pelo Tribunal de Contas da União (TCU). O leilão do trem bala, orçado em R$ 34,6 bilhões, estava previsto para ser realizado até este mês.
Fonte: Rafael Bitencourt, Valor Online.