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Redação AB, com informações do The Wall Street Journal Americas
Artigo do The Wall Street Journal Americas, publicada no Valor Econômico desta quarta-feira, 9, coloca dúvidas sobre o caso de espionagem na Renault. Os chineses eram apontados como os compradores de informações confidenciais e o ministro francês da indústria chegou a dizer que o roubo era parte de uma guerra econômica. Havia, ainda, suspeitas de que o dinheiro envolvido estaria em contas secretas.
Segundo o Wall Street Journal, dois meses depois parece que a Renault apertou o gatilho rápido demais e poucas provas foram encontradas. Nem mesmo apareceram contas bancárias ligadas aos três executivos suspeitos, apontados em carta anônima enviada a vários diretores da Renault. O próprio informante teria dúvidas sobre suas alegações.
Michel Balthazard, diretor dos projetos de desenvolvimento da montadora e um de seus executivos mais respeitados, foi demitido junto com dois outros executivos, para evitar riscos aos projetos de carros elétricos.
Segundo o jornal, na Renault executivos começaram a considerar a possibilidade de terem sido enganados e agido rápido demais, levando a uma posição constrangedora até o governo francês, que tem 15% da Renault.