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Estabilidade das taxas de juros do Brasil e EUA

Octavio de Barros, diretor de pesquisas e estudos econômicos do Bradesco, avalia no boletim da quinta-feira, 28, a alta de 0,63% no IGP-M, índice geral de preços do mercado, calculado pela FGV. O destaque fica para a aceleração do IPA, que cresceu 0,51%, com recuperação dos preços industriais em 0,71%, o que puxou a alta de produtos de metalurgia básica e derivados de petróleo e álcool.
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cria

28 jan 2010

2 minutos de leitura

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Já o fluxo cambial ficou negativo em US$ 85 milhões na última semana de janeiro, com saída de US$ 145 milhões e entrada de US$ 61 milhões. No acumulado do mês houve superávit de US$ 10 milhões.


Selic

No Brasil o aguardado Comitê de Política Monetária (Copom) ficou dentro das expectativas e manteve a taxa Selic em 8,75% ao ano. Apesar disso, o comitê já sinalizou um novo ciclo de alta nos juros. A expectativa do Bradesco é que o início da escalada ocorra em abril.

Nos Estados Unidos o Federal Reserve, banco central norte-americano, também decidiu manter a taxa do país entre 0% e 0,25%. O comitê de mercado aberto divulgou que, apesar do ritmo moderado de recuperação, já é esperado um retorno dos níveis de utilização dos recursos e estabilização dos preços.

Segundo análise do Bradesco, o Fed está normalizando sua política e deve, gradativamente, retirar os estímulos ao mercado. Uma nova alta nos juros deve ocorrer apenas no final do ano.

Europa

A Zona do Euro também aponta uma leve melhora, com confiança do consumidor estável em janeiro e ligeira recuperação da expectativa em relação a economia em geral. O setor manufatureiro merece destaque, com índice de confiança saltando de -16 em dezembro para -14 em janeiro.