logo

bioenergia

Ethanol Summit: etanol combustível é vetor de desenvolvimento sustentável

<style type=”text/css”>
.texto {
font-family: Verdana, Geneva, sans-serif;
font-size: 10px;
color: #666;
}
.texto {
text-align: left;
}
</style>
Author image

cria

07 jun 2011

3 minutos de leitura

G_noticia_10645.gif
NOTÍCIAS AUTOMOTIVAS EM QUALQUER LUGAR
Email RSS Twitter WebTV Revista Mobile Rede
Social

Foto: Mariângela Simões, do MRE, defende o biocombustível brasileiro.

Mário Curcio, AB

Como outros palestrantes deste dia 7 no Ethanol Summit, Mariângela Rebuá Simões, diretora geral do departamento consular do Ministério das Relações Exteriores, também se colocou a favor da utilização do álcool combustível: “O etanol é um vetor importante no desenvolvimento sustentável.” Mariângela lembrou, porém, que essa vantagem já nos cria problemas além das fronteiras: “Uma discussão internacional tem apontado que destruímos a Amazônia para produzir combustível.” Sobre o campo das pesquisas, Ela recorda que o Brasil já faz parceria a fim de desenvolver bioquerosene para aviação a partir da cana-de-açúcar: “Não vamos fornecer apenas matéria-prima nesse caso.”

O presidente do Instituto de Bioenergia (JBEI), Jay Keasling, visita o Brasil há vários anos para conhecer o processo de produção de álcool e recordou que os Estados Unidos desenvolvem essa tecnologia a partir de biomassa. “Trabalhamos para melhorar alguns vegetais para que se tornem mais eficientes. Da forma como são hoje, elas produzem pouco álcool e geram muito bagaço por ter células pequenas, mas com membranas muito espessas. E esse bagaço gera mais energia quando queimado.”

O diretor de sistemas sustentáveis da Scania, Jonas Strömberg, recordou em sua apresentação que o sistema de transporte atual “é viciado em petróleo e que esse produto está acabando e obrigando ao uso de óleo cada vez mais caro e mais poluente também”. Em sua apresentação, ele falou da experiência da Scania no uso de etanol em veículos pesados com motores ciclo diesel, e destacou que os biocombustíveis são a forma de energia mais adequada, pois as tecnologias elétrica e híbrida são pouco eficientes para veículos de grande porte.

O diretor de negócios internacionais da Syngenta, Robert Berendes, ressaltou que o Brasil produz o etanol economicamente mais viável do mundo, mas o que vivemos é apenas um começo: “Há muito que fazer pela produção de combustíveis. No futuro, teremos de melhorar a eficiência no plantio, na produtividade, na quantidade de energia produzida por vegetal, reduzir a energia gasta para produzir e acelerar o ciclo de produtividade das plantas.”