
O recall irá fornecer aos proprietários destes veículos, que já foram chamados anteriormente para reparar os airbags, uma nova solução paliativa de contenção do problema, depois que as tentativas originais dos fabricantes para corrigir os defeitos mostraram-se ineficazes. A chamada original foi para revisão de um componente eletrônico fornecido à Takata pela empresa TRW.
Segundo informou em nota oficial a Associação Nacional de Segurança Viária dos Estados Unidos (NHTSA na sigla em inglês), por meio do monitoramento de dados de montadoras e consumidores foi descoberto que foram feitas instalações incorretas nos veículos que já passaram por antigos recalls.
De acordo com Mark Rosekind, administrador da NHTSA, essa é uma questão delicada para os consumidores, que possivelmente terão de levar seus carros mais de uma vez para a revisão. “É uma questão urgente de segurança e todos os consumidores que fizeram recalls anteriormente devem instalar esse novo dispositivo de segurança. Mesmo que seja uma solução temporária até que haja uma correção definitiva, os motoristas e suas famílias estarão seguros”, afirmou o executivo.
A entidade americana informa ainda que investigará a TRW, que fornece o controle eletrônico à Takata e é suspeita de estar envolvida nas instalações problemáticas dos airbags e que continuará monitorando se outros modelos de outras montadoras serão chamados. “A NHTSA fará uso de sua autoridade e influência para garantir que as montadoras e empresas de autopeças estejam fazendo o que deve ser feito para garantir a segurança”, alertou Rosekind.