A questão começou a ser levantada em maio do ano passado (leia aqui), quando a KBA, autoridade ambiental da Alemanha, detectou que o Fiat 500X era mais poluente do que o permitido. Ao começar o debate sobre o assunto, as instituições italianas se posicionaram em defesa da montadora. Na época o argumento era que, se os carros passaram nos testes feitos na Itália, eles poderiam ser vendidos em toda a Europa.
A KBA segue contestando essa afirmação. A organização aponta ter detectado discrepâncias também no nível de emissões da Fiat Doblò e do Jeep Renegade. A FCA nega que os veículos estejam equipados com qualquer software ilegal e garante cumprir rigorosamente às exigências da legislação ambiental.
Desde o início do diselgate, fraude em motores a diesel do Grupo Volkswagen, a autoridade alemã começou a investigar o nível de emissões de uma série de carros vendidos na região.