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Europa sustenta resultados do Grupo PSA no 1º semestre

O Grupo PSA sustentou no primeiro semestre de 2016 o patamar de vendas equivalente ao registrado no mesmo período do ano passado. Os negócios da empresa permaneceram estáveis, com leve queda de 0,2%, para 1,54 milhão de veículos entregues globalmente. Entre as marcas, a Peugeot teve a melhor performance, com leve alta de 0,5% para 891,3 mil unidades. A demanda por modelos Citroën encolheu 1% e ficou em 600,9 mil carros. Já a linha premium DS teve 51,9 mil emplacamentos, com baixa de 2,9%.
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Redação AB

12 jul 2016

2 minutos de leitura

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Houve aumento importantes das vendas na Europa, com 1,05 milhão de veículos entregues no continente, volume 7,4% superior ao do primeiro semestre de 2015. Com isso, a região foi a principal responsável por impedir que a companhia registrasse queda no período. Foram 601,3 mil carros da Peugeot, com forte participação de modelos como 2008 e Partner. Já a demanda por modelos Citroën somou 413,6 mil licenciamentos, recorde para os últimos cinco anos. C4 Picasso, C4 Cactus e C1 contribuíram para a evolução. As vendas de carros DS chegaram a 40,9 mil unidades com o lançamento do novo DS3 e do DS3 Cabrio.

As vendas na América Latina evoluíram 16,4% na comparação com igual intervalo de 2015, para 88,8 mil licenciamentos. O resultado da Peugeot foi positivo no Chile, com aumento de participação para mais de 7%, e na Argentina. Mesmo em crise, o Brasil deu contribuição positiva para o resultado global de vendas do Grupo PSA. Os emplacamentos da Peugeot cresceram 2% no País apesar da contração de 25% do mercado no período. Os negócios da Citroën tiveram leve alta de 1,3% no continente, com 28,9 mil unidades.

Na região que inclui Europa Oriental e Ásia o Grupo PSA repetiu a performance do primeiro semestre de 2015, com leve contração de 0,1%, para 5,1 mil veículos. Na China e no Sudeste asiático o resultado foi negativo em 19,4%, com 296,5 mil carros. Houve queda também na região Índia e Pacífico de 19,5%, para apenas 10,4 mil unidades. No Oriente Médio e na África a empresa entregou 87,4 mil veículos, com retração de 13,3%.