A Europarts, sediada em São Paulo, propriedade do empresário argentino Ramiro Vasena, teria vencido a concorrência com a empresa local Taranto e teria sido a escolhida pelo governo, que estava empenhado em promover a negociação para evitar a demissão de 500 funcionários da fábrica, equivalente a um terço de todo o pessoal da Mahle na Argentina.
A Europarts teria concordado em pagar US$ 10 milhões pelas instalações e receberia um pacote de subsídios e financiamentos, com o compromisso de preservar empregos.
A sueca Autoliv, também anunciou o fechamento de uma fábrica na Argentina e a transferência das operações para sua unidade no Brasil.
A jornalista escreve ainda que a atividade do setor de autopeças argentino caiu 30% nos primeiros três meses de 2009, segundo dados da Associação de Fábricas de Componentes (Afac). Mais da metade da produção é exportada para o Brasil, mas o setor não tem reagido à retomada apresentada pela indústria brasileira de veículos.