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Executivo da Volkswagen pode ser condenado à prisão perpétua

Pode ser que a punição mais severa pelo dieselgate não recaia sobre o Grupo Volkswagen, mas em Oliver Schimidt, executivo da companhia que foi preso no sábado, 7, nos Estados Unidos, por causa da fraude (leia aqui). O departamento de justiça do país aponta que, se condenado, há risco de ele passar a vida na cadeia, um total de 169 anos de confinamento como penalidade dos 11 crimes de que é acusado.
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Redação AB

13 jan 2017

1 minutos de leitura

Schmidt liderou o departamento de compliance regulatório da companhia nos Estados Unidos entre 2014 e 2015. A suspeita é de que ele tenha envolvimento na fraude de motores diesel que equiparam carros vendidos pelo Grupo Volkswagen e emitiam mais poluentes do que o permitido pela legislação. O executivo foi preso no aeroporto internacional de Miami, onde ia pegar um voo para a Alemanha depois de passar as férias nos Estados Unidos.

O juiz Willian Turnoff negou o pedido de fiança para que ele aguardasse o julgamento em liberdade. Segundo a autoridade, o objetivo foi evitar que o suspeito fugisse. A defesa planeja recorrer da decisão. Além de Schimidt, outros cinco executivos do Grupo Volkswagen são acusados nos Estados Unidos, mas estão na Alemanha e, portanto, não foram presos.