Schmidt liderou o departamento de compliance regulatório da companhia nos Estados Unidos entre 2014 e 2015. A suspeita é de que ele tenha envolvimento na fraude de motores diesel que equiparam carros vendidos pelo Grupo Volkswagen e emitiam mais poluentes do que o permitido pela legislação. O executivo foi preso no aeroporto internacional de Miami, onde ia pegar um voo para a Alemanha depois de passar as férias nos Estados Unidos.
O juiz Willian Turnoff negou o pedido de fiança para que ele aguardasse o julgamento em liberdade. Segundo a autoridade, o objetivo foi evitar que o suspeito fugisse. A defesa planeja recorrer da decisão. Além de Schimidt, outros cinco executivos do Grupo Volkswagen são acusados nos Estados Unidos, mas estão na Alemanha e, portanto, não foram presos.