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“A diferença é resultado de um novo mix de produtos, com mais caminhões”, explica Cledorvino Belini, presidente da Anfavea. Ele lembra também que o País tem exportado mais peças para garantir a manutenção de veículos brasileiros já vendidos em outros países.
Por enquanto, a entidade acredita que a valorização do dólar ante o real não impactou nas vendas externas do setor. Belini aponta que o reflexo da mudança deve ser percebido nos próximos meses. “Apesar disso, continuamos abaixo do nível que exportávamos antigamente. Melhorar a nossa competitividade para ampliar estes volumes ainda é o desafio”, avalia.
Em junho houve forte aceleração das exportações de veículos, de 34,8% sobre maio para 36 mil unidades. Comparado com o mesmo mês do ano passado, o resultado representa queda de 3,3%. Em valor, houve evolução de 3,6% na comparação mensal e de 2% na anual, para total de US$ 1,33 bilhão. A Anfavea projeta queda de 5,5% no número de veículos exportados este ano na comparação com 2011, para 542,5 mil unidades.
Assista à entrevista exclusiva com Cledorvino Belini, presidente da Anfavea:
