
“Estamos em campanha salarial. Não queremos assinar o PPE sem que a empresa aprove nosso pacote de benefícios que inclui reajuste salarial, do vale-alimentação, PL (Participação nos Lucros) e abono”, afirma o líder sindical. “Se não aprovarem, vamos cruzar os braços na segunda”, diz.
A Caoa Montadora tem cerca de 1,5 mil funcionários e o PPE pretende evitar aproximadamente 300 demissões. O protesto na manhã de quinta-feira interrompeu uma rodovia que dá acesso à fábrica onde são montados caminhões Hyundai e os utilitários esportivos Tucson e ix35. Segundo o sindicalista, a unidade fabricou 38 mil veículos em 2015 e estima apenas 26 mil neste ano.