
Para um ritmo de crescimento anual de 3% no PIB serão necessários 65 mil novos engenheiros por ano. O volume deve gerar a falta de 150 mil profissionais em 2013. O cenário mostra que as vagas para engenheiros devem aumentar a atratividade, já que de sete formados apenas dois ocupam funções como assalariados na profissão.
“É necessário oferecer salários melhores e tocar a emoção dos profissionais que chegam ao mercado. Eles querem ficar longe da burocracia e buscam um ambiente tecnológico para trabalhar. Falta emoção no mundo corporativo”, informa Witt.
O consultor explicou ainda que o setor automotivo precisa recuperar a imagem de alta tecnologia que tinha há alguns anos. Segundo ele, os jovens que saem da universidade hoje enxergam no segmento empresas lentas, burocráticas e que agridem o meio ambiente.
