
Os termos preveem que as três empresas vão cooperar entre si ativamente para o aumento do uso do gás metano na forma de GNC (gás natural comprimido), alternativa considerada mais sustentável do que os combustíveis tradicionais. Enquanto FCA e Iveco têm o papel de fornecer ao mercado veículos que incluam estas tecnologias, a Snam prevê o investimento de € 200 milhões nos próximos cinco anos para expandir as instalações de fornecimento de GNC.
A Iveco já possui know how uma vez que desenvolveu uma linha completa de veículos movidos a GNC e a GNL (gás natural liquefeito), que abrange desde o comercial leve Daily até o ônibus coletivo urbano Urbanway, além do novo Stralis movido a GNL indicado para o transporte de longas distâncias lançado em junho deste ano.
Por sua vez, o acordo está alinhado à estratégia da a FCA que está em busca do desenvolvimento de motores com combustíveis alternativos. Recentemente, a empresa desenvolveu uma gama composta por 12 modelos com tecnologia GNC, o que a coloca entre as posições de liderança neste segmento na Europa.
A Itália é o principal mercado europeu em termos de consumo do gás natural veicular, com mais de 1 bilhão de metros cúbicos consumidos em 2015 e cerca de 1 milhão de veículos atualmente em circulação. O país também consegue tirar proveito da maior e mais acessível rede de tubulação de gás da Europa, que se estende por cerca de 32 mil quilômetros.