
Neste contexto, o executivo reforça que o mercado brasileiro é de suma importância. Por aqui a Jeep acaba de lançar o Renegade, modelo criado para competir no efervescente segmento de SUVs compactos, um dos que mais crescem não apenas no Brasil, mas em todo o mundo.
Enquanto no País o Renegade ganhou uma fábrica própria, erguida na cidade de Goiana (PE) e com capacidade para produzir 250 mil unidades por ano, globalmente ele é fundamental para a meta de vendas do grupo, de 7 milhões de unidades em 2018. Dentro desse volume, a expectativa é de que a Jeep seja responsável por cerca de 2 milhões de veículos, ficando atrás apenas da Fiat, tradicionalmente uma marca fabricante de carros mais baratos e, consequentemente, com maior volume de vendas.
Além de lançar o Renegade, a Jeep também terá sua rede de concessionárias ampliada no Brasil. Na ocasião do lançamento do carro, em março, eram 120 os pontos de vendas da marca no País. Até o fim de 2015, a expectativa é de que esse número chegue a 150 lojas.
FIAT PLANEJA REFORÇO PARA SEGUIR LÍDER
São 13 anos consecutivos como líder de vendas no País, posto que a Fiat pretende manter. “Nós temos a segunda maior fábrica de veículos do mundo em Betim (MG) e lá produzimos 15 modelos. Para continuarmos competitivos, já planejamos ampliação das instalações na planta e também o lançamento de quatro novos modelos”, afirma Dutra. As novidades em Betim incluem uma nova cabine de pintura, que será a maior da América Latina, além da ampliação da capacidade produtiva e modernização dos processos produtivos.
Já com relação aos produtos, duas das novidades já são relativamente conhecidas: uma picape média e um veículo compacto com vocação urbana. Os outros produtos apontam para um sedã, que substituiria o Linea, e, possivelmente, o Fiat 500X, que poderia ser lançado no País justamente por compartilhar a plataforma small wide com o Renegade. Dutra, no entanto, negou todas essas possibilidades.