
A FCC, empresa especializada em materiais e fornecedora de adesivos e elastômeros de vedação para a indústria automotiva, está ajudando a abastecer hospitais do Rio Grande do Sul diante da escassez de máscaras de proteção facial. A companhia gaúcha ajudou a desenvolver um protótipo e em parceria com a Lebbre, startup de impressão 3D, aprovou o projeto que já está sendo produzido. As primeiras unidades já foram doadas para o hospital municipal de Campo Bom (RS) e a previsão é de que dezenas de outras instituições também sejam beneficiadas.
A empresa também desenvolveu um tipo de álcool gel com propriedades que não agride ou resseca a pele. Parte de sua operação está dedicada à produção de 15 mil litros para doação a diversos centros de saúde no Rio Grande do Sul e na Bahia, em municípios onde a empresa possui fábricas, para os quais já foram destinados mais de 5 mil litros de álcool gel para hospitais e postos de saúde.
“É um momento de solidariedade e as empresas devem usar suas estruturas para ajudar as comunidades, doando o que podem. Matérias-primas para produção de álcool gel estão escassas no momento, então estamos dedicando toda matéria-prima que temos disponível para produzir o material doado”, destaca Marcelo Reichert, CEO da FCC.
A fabricante também realizou uma doação em dinheiro para contribuir com a compra de respiradores e monitores para o hospital de Campo Bom.
Desde o início da crise do coronavírus, em meados de março, a FCC formou um comitê de gestão de crise da Covid-19, responsável por monitorar continuamente as recomendações de especialistas e implementar dezenas de ações. Entre elas, a empresa adotou a medição de temperatura de todas as pessoas que entram na fábrica, intensificou a limpeza em ambientes de uso comum, mantém ambientes arejados e dispõe de álcool em gel e líquido 70% , tanto para uso no ambiente de trabalho bem como para o uso pessoal.
“Mudamos inúmeros processos e implementamos novas formas de trabalhar. Essas medidas visam reduzir o número de pessoas circulando, evitando aglomerações e aumentando ainda mais a segurança daqueles que estão fisicamente na empresa”, destaca Reichert.