
A Holanda passou por situação semelhante na década de 60, quando as exportações de gás valorizaram o florim, a moeda na época.
A análise indicou, ainda, que os efeitos do real forte são marginais nas exportações, mas intensos nas importações. O levantamento dos pesquisadores é composto por sete estudos, somando mais de 263 páginas. As pesquisas analisam os impactos da taxa de câmbio na estrutura da indústria, no comércio exterior, no crescimento econômico e nas finanças públicas. Avaliam ainda as relações da moeda brasileira com os preços internacionais das commodities e a eficiência dos mercados futuros de câmbio no País.