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Fiamm aposta nas baterias salinas Sonic

Mario Milani, presidente da Fiamm do Brasil, que tem sede na avenida Piraporinha, em São Bernardo do Campo (SP), já se cansou dos avanços estrangeiros no segmento de buzinas para veículos, dominado pela empresa no País. Ele tem reclamado com frequência do assédio asiático nesse mercado, com preços baixos, e para evitar mais aborrecimentos acredita ter encontrado um novo horizonte de negócios. Trata-se de baterias salinas suíças, feitas à base de sódio e níquel, conhecidas como Sonic, que estão sendo utilizadas pelo consórcio do carro elétrico liderado pela Fiat e Itaipu Binacional.
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paulo

07 nov 2012

1 minutos de leitura

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“Como ainda é inviável montar as baterias salinas no Brasil, estamos importando o produto. A fabricante, FC Sonic, pertence à Fiamm”, explica Milani. Cinquenta unidades já foram utilizadas na produção da Palio Weekend elétrica e outras 70 estão a caminho para a nova etapa de fabricação da perua em 2013 e 2014.

Mas é fora do campo automotivo que a Fiamm poderá colocar maior volume da Sonic. A Anatel, por exemplo, tem interesse em substituir baterias de chumbo-ácido pelas salinas, que duram o dobro e têm maior densidade de carga. Outra aplicação seria em instalações de dessalinização da água do mar ou no armazenamento de energia proveniente de fonte eólica ou solar.

Além da Palio Weekend receberam também a Sonic o Daily da Iveco (protótipo) e um ônibus elétrico da Marcopolo.