Em troca, a Fiat deve receber 35% da empresa, mas “não está tirando um único centavo da Chrysler”, disse Marchionne. “Estamos fazendo isso de graça.” Para a Fiat, a aliança é um “bilhete de loteria” que pode acabar não valendo nada se a Chrysler não se recuperar, acrescentou.
Marchionne disse ainda ao jornal que, para ajudar a Chrysler a ser viável e garantir assim que a fatia da Fiat na empresa valha alguma coisa, a montadora italiana está disposta a investir nos próximos anos de US$ 3 bilhões a US$ 4 bilhões em várias tecnologias nas operações da montadora americana.” A maior abrangência e volume de uma Fiat-Chrysler, que teria vendas anuais de uns 4,5 milhões de carros no mundo, deixaria as duas montadoras mais competitivas.