Ele tem o firme propósito de elevar a produção do Grupo Fiat, entendendo que é preciso superar o volume de 5 milhões de unidades por ano para ser competitivo.
Enquanto trata de equacionar o relacionamento com a Chrysler, que já recebeu sinal verde da justiça norte-americana, Marchionne arma seus próximos lances para consolidar alianças. Ele sabe que no tabuleiro há outras jogadas sendo armadas por seus concorrentes para a consolidação de joint ventures.
Com a Chrysler, a Fiat avança para o limite de 4 milhões de unidades por ano. Onde buscar pelo menos mais um milhão, de preferência na Europa?
Será que um acordo com a PSA Peugeot Citroën estaria na alça de mira de Marchionne? Já esteve e agora há sinais de que pode haver uma reaproximação. Notícia na Folha de S. Paulo diz que Thierry Peugeot está aberto a alianças para enfrentar a crise. Ele é o presidente do Conselho Supervisor da PSA Peugeot Citroën.