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Fiat e GM mexem no time top de executivos

No fim de abril, Cledorvino Belini entregará a presidência da Anfavea a seu sucessor, Luiz Moan Yabiku Jr., diretor de relações institucionais da General Motors do Brasil. Mas o executivo da montadora italiana pode estar ocupado, também, em equacionar quem irá substitui-lo no posto de superintendente da Fiat Automóveis ou, em caso mais radical, na presidência da Fiat Chrysler da América Latina.
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paulo

15 jan 2013

2 minutos de leitura

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A sucessão de Belini é tema desafiador há anos e não há pistas claras da direção desse movimento que envolve, também, outros postos na empresa mineira. Já se sabe que Osias Galantine deixará o posto de diretor de compras da Fiat Chrysler na América Latina para assumir, em Chicago, o comando global das compras da Fiat Industrial, que reúne FPT, CNH e Iveco. Seu posto de diretor de compras para a Fiat Chrysler América Latina será acumulado, pelo menos por algum tempo, por Vilmar Fistarol, que é também o responsável mundial pelas compras do Grupo Fiat Chrysler.

Fistarol foi de 2005 a 2007, diretor de compras da Fiat Automóveis, que deixou para ser superintendente da Teksid. Voltou para a montadora, como diretor de recursos humanos e vice-presidente da Fiat Argentina, sendo depois indicado para comandar as compras mundiais do grupo Fiat Chrysler. Seria ele, há duas décadas no grupo Fiat, o primeiro na fila da sucessão de Belini? Muitos acreditam que sim, especialmente por ter um bom tráfego no conselho executivo da companhia, do qual faz parte.

Vale lembrar que Marco Mazzu acumula as funções de presidente da Iveco Latin America e da Fiat Industrial desde dezembro, abrindo espaço para uma nomeação no comando da primeira empresa.

GENERAL MOTORS

Se a General Motors do Brasil quiser ter uma presidenta no comando, para ocupar o posto que Grace Lieblein deixa livre (foi nomeada vice-presidente de compras globais) deve estar pensando em Isela Constantini, que foi diretora de pós-venda e serviço ao cliente no Brasil e, desde março de 2012, é a número um da corporação na Argentina. Mas a empresa deve estar considerando para a posição no Brasil também Sérgio Rocha, que na mesma época deixou a presidência da GM para o Paraguai, Argentina e Uruguai para assumir a operação na Coreia do Sul, considerada estratégica para a companhia.

O experiente Edgar Lourençon, presidente da GM África do Sul desde 2009, que será substituído por Mario Spangenberg e repatriado ao Brasil, também é cotado para a operação brasileira, mas volta ao País próximo da aposentadoria.