
Em nota divulgada na quarta-feira, 2, a Fiat informa que a incorporação fará com que a Fiat suceda a Chrysler em todos os direitos e obrigações, no entanto, permanecendo vigentes e inalterados os contratos e demais compromissos assumidos pela Chrysler com concessionários e outros parceiros.
A fusão da Fiat e a Chrysler foi aprovada pela maioria dos acionistas há pouco mais de dois meses. Na ocasião, 8% deles foram contra a união, o que pode atrasar a entrada da FCA na Bolsa de Nova York. Na época, o CEO do grupo, Sergio Marchionne, disse contar com a fusão para ajudar a elevar o lucro líquido em cinco vezes e as vendas em 60% até 2018 (leia aqui).
A preocupação do executivo se explica: desde que a Fiat passou a computar os resultados da Chrysler em seu balanço financeiro, enquanto o desempenho da marca italiana ficou bem abaixo da expectativa, bons ventos ainda sopravam a favor da marca de origem norte-americana, sustentando a saúde do caixa da FCA.