
João Pimentel, da Ford, destacou que o volume de produção deste ano, que deve chegar a 3,4 milhões de veículos, ainda não preocupa a empresa. O executivo acredita que a cadeia precisa movimentar-se e ficar preparada para a expansão prevista para os próximos anos. “Estamos nos alinhando com os fornecedores para acompanhar este ritmo”, conta.
A Volkswagen espera que seus parceiros caminhem ao lado da montadora, mas enxerga na Argentina uma solução para o caso de falta de capacidade local. Segundo Alexander Seitz, vice-presidente de compras para a América do Sul, a preferência da empresa é concentrar a operação localmente mas, se não for possível, o país vizinho pode ser uma solução.
O Grupo Fiat adiantou que vai investir R$ 14 bilhões em compras no Brasil este ano (para Fiat Automóveis, Iveco, CNH e FPT – Powertrain) e a GM promete comprar um total de R$ 9 bilhões. A Ford não abriu a cifra, mas adiantou que as compras terão alta de 10% em relação a 2009. A Volkswagen não revelou o volume que pretende investir: aumentará na mesma proporção que a Ford.