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automóveis e comerciais leves

Fiat, líder pelo 9º ano com 22,8% do mercado

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cria

04 jan 2011

3 minutos de leitura

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Redação AB

A Fiat divulgou nota na segunda-feira, 3, confirmando a liderança no mercado brasileiro de veículos, com um total de 760.495 automóveis e veículos comerciais leves emplacados em 2010. Trata-se de um recorde da marca no Brasil, que completará este ano 35 anos de produção no País.

O desempenho da Fiat corresponde a uma participação de 22,8% no segmento, com uma vantagem de 63.141 unidades sobre a Volkswagen, segunda colocada no ranking. Em relação a 2009, houve um crescimento de 3,2%.

Balanço

A Fiat destaca o lançamento do Novo Uno em maio, que alavancou as vendas do modelo. Em todo o ano, foram emplacadas 228.581 unidades, um crescimento de 36% sobre o ano anterior, que o coloca como o segundo carro mais vendido do mercado brasileiro.

Outra novidade foi o lançamento do hatch médio Bravo, que chegou ao mercado no fim do ano com os motores E.TorQ 1.8 16V e T-Jet.

A gama de veículos da Fiat ganhou impulso extra com a nova motorização E.TorQ, que passou a ser oferecida nas famílias Palio, Siena, Punto, Idea, Doblò e Linea. Além disso, a Fiat ampliou a oferta do câmbio automatizado Dualogic para todos esses modelos, antes presente apenas em versões do sedan Linea.

Entre os comerciais leves, no ano em que o Ducato comemorou dez anos de produção no Brasil, com a liderança no mercado de furgões grandes, a picape Strada repetiu a sua trajetória vencedora, conquistando mais uma vez o posto de veículo comercial mais vendido do mercado, com um volume de 116.827 unidades emplacadas e crescimento de cerca de 30% sobre 2009.

Investimentos

A Fiat anunciou um novo ciclo de investimentos no Brasil – o maior de sua história, com R$ 10 bilhões a serem aplicados até 2014. Além de ampliar a capacidade da fábrica de Betim, para 950 mil veículos por ano, a empresa dá mais um passo decisivo para sua expansão no País, com o início das obras de uma nova fábrica e um novo polo de desenvolvimento e tecnologia, em Pernambuco, que absorverá investimentos de R$ 3 bilhões e terá capacidade de produção anual de 200 mil veículos.