
Segundo a agência Dow Jones, Marchionne disse no fim de janeiro que os laços entre as duas montadoras eram “irreversíveis” e as empresas se fundiriam assim que ele pudesse pagar pelo negócio, mas não revelou uma data sobre a fusão. No domingo, ao ser questionado sobre a manutenção da sede da Fiat em Turim, o executivo afirmou: “Somos um grande grupo presente em todo o mundo. Isso vai depender do acesso aos mercados financeiros e das escolhas da família Agnelli.”
O negócio dará à Fiat participação de 65% na Chrysler e propriedade plena em 2015. A Fiat adquiriu participação de 20% na Chrysler em 2009. De lá para cá, a montadora italiana ampliou sua fatia, adquirindo ações que pertenciam ao governo dos Estados Unidos e também ao fundo Veba.