A fabricante italiana teria necessidade de € 5 bilhões a € 7 bilhões em financiamentos para levar adiante o negócio com a Opel, que pode estender-se também a outras subsidiárias da GM – a Vauxhall, na Inglaterra, e a Saab, na Suécia.
O Grupo Fiat avalia também a possibilidade de fazer um spin off dos negócios de carro e criar uma nova companhia reunindo Chrysler e GM Europa, que teria ações em bolsa de valores.
As especulações vão mais longe: as operações da GM na América Latina, que incluem o Brasil, poderiam ser incluídas na mega-empresa que a Fiat comandaria. Essa parece uma possibilidade distante para as duas empresas no Brasil, que já estiveram unidas no passado por uma joint venture global.
Ferrari e Maserati não fariam parte do portifólio do novo empreendimento.